Entrevista com Sidónio Bettencourt na RDP Açores

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Just a Silent thought to share

1.8.09

Sabor a saudade sim...

















Sabor a saudade, sim!

Trémulo ondular que vem chegando tímido...
de lábios brancos rasgados em sorriso...
e nada mais é preciso
para que o beijo do regresso seja celebração na alma, secretamente...
A vida não pede licença e descola a manhã,
vertigens de raios que despem o sonho
na selada realidade
e o dia cresce.
Adivinhadas as suspiradas alegrias,
os olhares timidamente lançados,
impossíveis de ser evitados,
libertos como pombas rumo a um pomar de encantos.
Aí contorcem-se as lãs no tear
e a manta colorida, de prazeres tecida,
se estende sobre o relvado húmido.
Enquanto nos corpos se deita o sol,
as palavras abraçam-se em pautas dançantes.
Confessos os íntimos delírios
daqueles momentos de solidão
em que se recordavam tolices de amantes
que apenas o foram na ilusão...
Ai saudade morta e sepultada!
Cala-me com os lábios dos meus anseios,
desbota teus aromas em meus seios
e nutre-me com palavras de desejo e loucura,
com tamanha doçura
que a saudade jamais possa ressuscitar!


S.

30.7.09

JUST A SILENCE















There’s no sound
Crossing the shaddow of your voice...

A rainbow dropped from the sky,
No colors, no bright, nor a single noise...

Remains in me, however,
Every word of courage,
Each smile borned from nothing,
Meaning everything,
Touching soul and heart,
Touching lips never kissed...
A never ending moment of magic,
Never confessed,
But never denied too…

Behind a silence
I still hear
Only you.


S.